🚨 DENÚNCIA EXPLOSIVA: O SUPOSTO “CONSÓRCIO DO PODER” ENTRE GLOBO, STF E LULA QUE ESTÁ ABALANDO O BRASIL
O Brasil acordou mais uma vez em estado de alerta. O que começou como um discurso inflamado rapidamente se transformou em um dos temas mais comentados nas redes sociais, grupos políticos e círculos religiosos. As palavras ecoaram como um trovão em céu fechado, levantando suspeitas, indignação e um sentimento crescente de que algo muito maior estaria acontecendo nos bastidores do poder.

No centro dessa nova tempestade política está o pastor Silas Malafaia, figura conhecida por sua retórica dura e por não recuar diante de embates com autoridades. Em uma fala longa, detalhada e carregada de acusações, Malafaia afirmou existir um “consórcio de autoproteção” envolvendo a Rede Globo, o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes e o atual presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva.
Segundo ele, não se trata de coincidências isoladas, mas de um sistema cuidadosamente montado para garantir permanência no poder, controle da narrativa e blindagem mútua.
O silêncio que incomoda mais do que gritos
Uma das perguntas mais repetidas por Malafaia é simples, mas incômoda: por que a grande mídia raramente critica duramente determinadas decisões do Supremo? Para ele, o silêncio não é neutralidade jornalística, mas sim parte de um acordo tácito. Quando a imprensa deixa de questionar, diz ele, passa a legitimar.
O pastor afirma que jamais viu a Rede Globo tratar Alexandre de Moraes com o mesmo tom crítico aplicado a outros agentes públicos. Para ele, isso não é acaso. É estratégia. É proteção. É o preço de um pacto que envolve interesses políticos, ideológicos e, sobretudo, financeiros.
Multas canceladas e favores cruzados
Outro ponto que gerou enorme repercussão foi a alegação de que multas milionárias aplicadas à Globo, artistas e jornalistas teriam sido canceladas por decisões judiciais. Malafaia cita reportagens antigas, decisões administrativas e documentos que, segundo ele, comprovam que a emissora foi beneficiada de forma direta.

Na narrativa apresentada, esse tipo de decisão não ocorre no vazio. Ela criaria um ambiente de gratidão, dependência e alinhamento editorial. O resultado, segundo o pastor, é uma imprensa que escolhe cuidadosamente quem criticar e quem poupar.
O rastro do dinheiro público
As cifras entram em cena como elemento central da denúncia. Malafaia relembra que, durante os governos petistas, bilhões de reais em verbas publicitárias foram direcionados à grande mídia, com destaque para a Globo. Para ele, esse fluxo constante de recursos criou uma relação simbiótica entre governo e imprensa.
Quando governos posteriores reduziram drasticamente esses repasses, o tom da cobertura teria mudado de forma imediata. Críticas mais duras, manchetes mais agressivas e uma postura menos complacente. Coincidência? Para Malafaia, não.
“Ditador da toga”: acusação com base jurídica
Talvez o trecho mais polêmico de todo o discurso seja quando Malafaia chama Alexandre de Moraes de “ditador da toga”. Ele insiste que não se trata de xingamento pessoal, mas de uma classificação política e jurídica. Segundo o pastor, diversos artigos da Constituição estariam sendo sistematicamente violados, especialmente aqueles ligados à liberdade de expressão, ao devido processo legal e à separação dos Poderes.
Malafaia afirma que sempre fundamenta suas críticas em dispositivos constitucionais e que evita ataques pessoais justamente para não dar margem a acusações de calúnia. Ainda assim, ele diz estar preparado para qualquer consequência.
“Se me prenderem, viro símbolo”
Em um dos momentos mais tensos, o pastor declara não ter medo de prisão. Pelo contrário, afirma que uma eventual detenção seria interpretada por milhões de evangélicos como perseguição política e religiosa. Para ele, a prisão não seria punição, mas combustível.

Ele chega a afirmar que já deixou vídeos gravados, prontos para serem divulgados caso algo aconteça. Uma estratégia que, segundo ele, serve para garantir que sua versão dos fatos não seja silenciada após uma eventual ação judicial.
A guerra cultural entra em cena
O discurso não se limita à política institucional. Malafaia amplia o debate para temas morais, culturais e religiosos, especialmente a questão do aborto. Ele acusa a esquerda de manipular emoções, esconder dados científicos e usar a imprensa para moldar a opinião pública.
Segundo ele, há uma tentativa clara de impor uma agenda ideológica, enquanto vozes contrárias são rotuladas como extremistas ou retrógradas. Para seus apoiadores, essa fala representa coragem. Para seus críticos, radicalismo.
Bolsonaro como pano de fundo
Mesmo sem ser o protagonista direto do discurso, Jair Bolsonaro surge como figura central na interpretação dos acontecimentos. Seus apoiadores veem nas denúncias de Malafaia a confirmação de tudo o que Bolsonaro vinha alertando há anos: a existência de um sistema fechado, resistente a qualquer ameaça externa.
Para essa parcela da população, o embate não é apenas político. É existencial. Trata-se de quem controla o país, quem define o que pode ser dito e quem será punido por desafiar o sistema.
Reação imediata e país dividido
As redes sociais explodiram. Vídeos viralizaram, trechos foram recortados, frases transformadas em slogans. Enquanto uns pedem investigação urgente, outros exigem punição exemplar contra o pastor. O Brasil, mais uma vez, se vê rachado ao meio.

Defensores do governo e do Supremo classificam tudo como teoria conspiratória e ataque às instituições. Já os críticos afirmam que a simples recusa em debater as denúncias só aumenta a desconfiança popular.
Quem vigia os vigilantes?
No fim, a questão que fica é profunda e perturbadora: quem fiscaliza aqueles que concentram poder político, jurídico e midiático ao mesmo tempo? Em uma democracia, nenhuma instituição deveria ser intocável. Nenhuma voz deveria ser silenciada apenas por incomodar.
Independentemente de concordar ou não com Silas Malafaia, suas palavras tocaram em um nervo exposto da sociedade brasileira: a sensação de que decisões fundamentais estão sendo tomadas longe do olhar do povo.
O debate está lançado. As acusações estão feitas. E o silêncio, agora, pesa mais do que nunca.
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